Boca a boca
Quando o Brasil foi descoberto, a monarquia portuguesa poupava os aristocratas e enfiava a mão no bolso dos ricos comerciantes. O tributo aplicado às fortunas rendia um bom dinheiro, explicando-se assim o interesse com que os monarcas incentivavam as empreitadas marítimas. À medida que se dava o avanço além-mares, também a tecnologia era aprimorada. Nesse contexto de interesses comerciais e científicos é que foi descoberto o Brasil. As novas terras, portanto, ficaram durante décadas relegadas a um plano inferior. Enfocando o tema A Economia dos Descobrimentos, estará hoje no ciclo Brasil 500 Anos - Experiência e Destino, o professor Luiz Felipe de Alencastro. A sessão começa às 19h30, no Teatro da Federação Espírita do Paraná, à Alameda Cabral, 300, telefone (041) 223-6174, em Curitiba. A promoção é da Secretaria de Cultura do Estado. Na segunda-feira Jorge Coli aborda a Primeira Missa e a Invenção da Descoberta.





