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Maboni/Divulgação
Noitadas de reggae
O reggae toma conta de dois espaços de Londrina amanhã e sábado, através do grupo curitibano Djambi. Nas duas ocasições, além do show, haverá o lançamento do disco homônimo do grupo, lançado de forma independente. Amanhã, o Djambi se apresenta às 23 horas no Bar Vilão (Rua Sergipe, 1.751), com ingressos a R$ 5,00. Sábado, o show acontece no Empório Guimarães (Rua Paraíba, 533), a partir das 23 horas, com ingressos a R$ 10,00.
A banda Djambi foi formada há três anos com a fusão de integrantes dos extintos grupos Graoara e African Band. Em 96 fizeram uma turnê pelo litoral brasileiro com a banda The Wallen que acompanhou Bob Marley. O Djambi é composto por Rodolpho Grani Neto (vocal), Marcelo ‘‘Black’’ Nassar (baixo), Maurício Nassar (bateria), Fernando Bispo (telcado) e Marlon Siqueira (guitarra).Música
Já estão abertas as inscrições para a nona edição do Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga, que acontece em Juiz de Fora (MG), de 11 a 26 de julho. O festival se firmou na agenda nacional de eventos do gênero e no calendário oficial de Juiz de Fora pela alta qualidade dos concertos internacionais, gravação de CD com composições recém-restauradas e audições populares no centro da cidade, agências bancárias e shoppings. As fichas de inscrição estão sendo enviadas às principais escolas e faculdades de música do País. Os interessados devem remeter a ficha preenchida ao Centro Cultural Pró-Música na Avenida Rio Branco, 2.329, Centro, 36010-011, Juiz de Fora (MG). Mais informações pelo telefone (032) 215-3951. Arte Sacra Africana
Foi aberta ontem em Londrina a exposição de arte sacra africana ‘‘O verbo se fez carne e habitou na África’’, promovida pelo Núcleo de Estudos Afro-Asiáticos da UEL. São pinturas de arte de mais de 15 países da África, representando a virgem mãe de Camarões em trajes de mulher nômade do Niger; o rosto sofrido da mãe da Etiópia e a ternura da mulher-mãe do Ghana, Zimbabwe, Malawi e o encanto da mãe Mossi de Burkina Fasso. A exposição é coordenada pelo padre Saturnino Fraille, da Congregação dos Missionários de Nossa Senhora da África, fundada pelo cardeal Lavigerie em 1968. ‘‘A exposição revela um grito de revolta contra situações desumanas a que são submetidas grandes parcelas da população mundial e, ao mesmo tempo, é lembrança da nossa gratidão ao continente africano ao qual, nós, brasileiros, devemos boa parte de nossa identidade étnica, cultural, religiosa e econômica’’, diz o padre Fraille. O público poderá visitar a exposição até dia 24, na Paróquia Coração de Maria (Avenida Higienópolis esquina com JK).

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