Boas opções além de Campos do Jordão
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terça-feira, 02 de agosto de 2005
Simone Menocchi<br> Agência Estado 
São Bento do Sapucaí - Fugir da aglomeração de Campos do Jordão e visitar outras cidades da região pode ser uma alternativa para quem faz questão de passar o inverno na serra. A Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro (SP-127), principal estrada que leva a Campos, é caminho para outros lugares aconchegantes e belas paisagens, em cidades onde o frio também é intenso.
No km 4 da estrada fica o acesso para o Le Bistrô, no distrito de Quiririm, que faz parte de Taubaté. Um dos restaurantes mais famosos da região, o local atrai turistas com um cardápio especial de inverno: creme de mandioca com maracujá, blanquette de vitela, risoto de rã com pinhões e fondue de camarões.
Depois do almoço, a opção é visitar a mostra de orquídeas no Ponto Garden, no km 13. A entrada é gratuita e o turista pode conhecer tipos raros da planta. Nos 20 quilômetros à frente há lojas de vasos, artesanato e outros restaurantes.
Na altura do trevo de acesso a Santo Antônio do Pinhal, no km 33, fica o Parque Temático de Jardins (ingresso a R$ 12,00 por pessoa). No trecho também está a estação onde se pega o trem que vai até Campos. Da estrada de ferro se avista o mar de montanhas da Mantiqueira.
Em Santo Antônio, vale a pena visitar a Feirart, que reúne trabalhos de artistas do município. As trutas são atração nos restaurantes, que também investem em sabores diferentes de pizza. O Camponesa criou a de maçã com gorgonzola. Para os aventureiros a opção, a 9 quilômetros do centro da cidade, é visitar o Pico Agudo, frequentado por praticantes de asa-delta.
A SP-50 é o caminho para São Bento do Sapucaí, onde 22 restaurantes e bares criaram um festival gastronômico com pratos feitos com banana, fruta bastante cultivada na cidade. O ingrediente aparece em lasanhas, sopas, pizzas, trutas, tortas e nas sobremesas. Até o dia 31, haverá shows, eventos esportivos, atividades infantis e exibição de filmes em praça pública.
Também merecem ser visitados os ateliês de Ditinho Joana, escultor de peças em madeira, de Miguel, que produz artesanato em fibra de bananeira, e o Nakawe, onde os tecidos são pintados a mão. A cidade tem 25 hospedarias, algumas delas com vista para a Pedra do Baú.


