Boas histórias de amor
Os que gostam de história, não podem ficar sem ler Náufragos, Traficantes e Degredados (Editora Objetiva), de Eduardo Bueno. Em foco está o Brasil de 1500 a 1521, décadas pouco conhecidas da história brasileira. Este é o segundo volume da coleção Terra Brasilis - o primeiro foi A Viagem do Descobrimento. Baseado em pesquisa aprofundada em documentos da época, como diários de bordo, relatos de viagem e fragmentos de cartas, reconstitui a saga enfrentada pelos primeiros homens brancos que viveram no País.
A preferência pelos romances também é grande, e há muitos títulos que valem a leitura, como os da Editora Record. A Senhora dos Sonhos, de Sara Sef, que narra a virada radical na vida simples e monótona de uma dona de casa depois que ela descobre a magia envolvente dos livros. Ana Fernández entra em contato com outras realidades, mergulhando em mundos distantes e vidas desconhecidas, que lhes deram nova razão para viver. O Diário de Bridget Jones, de Helen Fielding, aborda uma realidade comum à muitas mulheres na faixa dos 30 anos. Emagrecer, parar de fumar, de beber, casar, ter filhos... Inspirada na história de uma garota comum, Helen consegue passar com sensibilidade aguçada e pitadas de humor os dramas e prazeres de uma das mais importantes fases na vida da mulher.
Em Paixão, Barbara de Angelis fala sobre uma das maiores forças humanas, a paixão. O livro analisa como a paixão afeta o ser humano. Segundo a autora, somos atraídos por pessoas que respiram, irradiam e vivem com paixão, o verdadeiro poder. Quanto mais se descobre e expressa este sentimento pela vida, mais irresistível uma pessoa pode se tornar.
A literatura não deixou de lado os homens. Elyseu Mardegan Jr., em Homens 40 Graus (Editora Mercuryo) ressalta a vida masculina na casa dos 40 anos. É o período que surge a crise da meia-idade ou, como muitos preferem, a idade do lobo, um período de transição caracterizado pelo processo de revisão e questionamento pessoal sobre a própria vida.





