BASTIDORES
- Muita coisa marcou a carreira de Mafalda Bongiovanni. ‘‘Na minha estréia na tevê, foi condicionado que o meu cabeleireiro seria Carlos Kussano. O produtor me disse: você vai para o salão e ele vai criar um novo perfil para você.’’ O cabeleireiro, claro, foi um dos entrevistados no primeiro programa. ‘‘Ele gaguejava tanto! Mas está comigo até hoje e agora tira tudo de letra.’’
- Na década de 80, o cantor Sérgio Reis esteve no estúdio para divulgar um show em Londrina. ‘‘Não é que ele tomou conta do programa, ficou 40 minutos no ar e ainda me arrastou e dançou comigo?’’, lembra.
- Na mesma época, Mafalda entrevistou a cantora Joana. No meio da conversa, ao vivo como sempre, um estrondo dentro do estúdio quase derrubou as duas do sofá. ‘‘Meu decorador tinha colocado uma coluna de madeira encostada na parede, atrás de uma mesa com tampo de blindex. Claro que um dia aquilo ia cair. E caiu bem no meio da entrevista. Foi caco pra todo lado. Fazer o quê? Programa ao vivo é assim mesmo!’’
- A própria Mafalda não poderia ficar de fora: Ela mesma conta que tinha por hábito deixar um chinelo dentro do estúdio (ao lado do sofá) para descansar do ‘‘salto agulha’’ nos intervalos. ‘‘Em uma gravação, estava usando um vestido social de seda, chique, combinando com cabelo, maquiagem e sapato. No intervalo, coloquei o chinelinho e me esqueci de trocar. Na metade do programa, uma telespectadora ligou perguntando: ‘é moda agora usar chinelo com roupa social?’’’ Histórias como essa, ela tem muitas para contar. Afinal, são 21 anos.

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