Apesar de não ter a pretensão de se envolver na guerra de argumentos entre os que acreditam e os que esconjuram a hipótese da existência de vida extraterrestre, obras como as de Renato Azevedo se colocam do lado da campanha brasileira pela liberdade de informação ufológica.
O que os ufólogos querem é que os arquivos secretos do governo sobre relatos de Ufos sejam abertos. Uma nova lei, a 11.111/2005, determina que um documento ultrassecreto só poderá ficar oculto da população por no máximo 30 anos, prazo que anteriormente era de 50 anos. Os documentos secretos devem ser conhecidos em duas décadas, os confidenciais em 10 anos e, finalmente, os considerados apenas reservados podem ser divulgados em 5 anos.
Com a medida, já seria hora de conhecermos o que poderiam revelar os documentos da revoada de Ufos sobre Rio e São Paulo.
Enquanto isso não acontece, um esquadrão de perguntas sobrevoam a cabeça de Azevedo: ''A evolução é um fato inegável, mas o dia em que for revelado que há vida extraterrestre o que essas pessoas vão fazer? Outra dúvida que temos é: se os ETs visitam a Terra por que não se revelam logo à humanidade? Ainda existe muito preconceito no planeta. Quem vai aceitar alguém de outro mundo se não aceitamos nem pessoas de outra religião?''.

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