Que tal ter 50 mil amigos cheios de disposição para ajudar? Ótimo, qualquer um diria. Mas e se esses amigos fossem insetos? E se, para piorar, esses insetos fossem baratas, os bichos mais nojentos de que se tem notícia?
É isso o que acontece a um rapaz do interior que vai morar em Nova York (EUA) na comédia ‘‘Joe e as Baratas’’, dirigida por John Payson. Joe (Jerry O’Connell) chega à Big Apple vindo do Iowa querendo se dar bem. Logo ao chegar à rodoviária, ele percebe que as coisas não vão ser como ele esperava.
Nos dias que se seguem, não consegue achar emprego nem apartamento. Num lance de sorte, finalmente arruma um lugar para morar. Seu novo lar é um apartamento velho e decadente, mas Joe fica feliz. Em breve, o rapaz percebe que não está sozinho. Baratas passeiam pelo lugar. Mas não são algumas, como em qualquer casa normal de cidade suja: nada menos que 50 mil baratas infestam o lugar. Além de falar, elas cantam e dançam, em números musicais hilários. Os bichinhos viram amigos de Joe, porque adoram seu jeito desleixado e porco - o moço costuma deixar restos de comida espalhados por toda a casa. Salvam o rapaz dos senhorios, que querem desocupar o lugar para poder vendê-lo para a construção de um presídio. Mas, na ânsia de ajudar, acabam atrapalhando, como quando resolvem acompanhar Joe em seus empregos ou a seus encontros com a doce Lily. John Payson estréia na direção de longas ao transformar um curta de três minutos feito para a MTV, onde supervisionou a série ‘‘Liquid Television’’. Por isso, ‘‘Joe e as Baratas’’ traz a marca da emissora, com ritmo de videoclipe.

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