ReproduçãoPaisagem em Bali: muito verde e tranquilidade absolutaA impressão pessoal e os adjetivos podem variar, mas uma coisa é certa: estar em Bali é viver uma realidade absolutamente maravilhosa, em cenários inimagináveis.
A ilha é uma das 13.667 distribuídas no lado leste do Oceano Índico, na Indonésia, com 5.620 quilômetros quadrados de extensão. O sorridente povo balinês é descendente dos hindus de Java, que foram para a ilha para escapar de conquistadores muçulmanos, em 991. As pessoas demonstram extrema simpatia e recebem muito bem os turistas.
Em Bali, são tantas as opções de entretenimento, que uma semana é pouco para curtir tudo. A pérola do Índico, como é conhecida, só foi descoberta pelos turistas na década de 60.
Grupo de nativas preparadas para dança ritualística: oferendas para Dewi, a deusa das mulheresBali foi descoberta por portugueses, no entanto foram os holandeses que dominaram o lugar de 1906 até o fim da Segunda Guerra Mundial. Os japoneses também ocuparam a ilha durante a guerra. Bali conseguiu independência após a rendição japonesa e a independência da Indonésia, em 17 de agosto de 1945. O idioma local é o bahasa, e há vários dialetos regionais, como o kawi. Também pode-se ouvir conversas em inglês. O traje típico é o sarongue, que com o tempo passou a ser utilizado somente em ocasiões especiais ou em casa. A moeda local é a rupia.
Os hindus javaneses cultuam várias divindades e um só deus. É o Sanghyang, representado por uma Santíssima Trindade: Brahma, quando criador; Vishnu, quando protetor e Siwa, quando destruidor. Cada um deles tem uma cor correspondente: vermelho, branco e preto, respectivamente. Sanghyang também se apresenta sob outras formas, como Dewa - o deus dos homens - e Dewi - a deusa das mulheres. Ainda segundo a crendice balinesa, leyak é o nome dado às visões tidas em bosques, florestas ou nas praias, e rangda é a mais importante visão espiritual (que podem ser de butas e kalas).

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