O novo é um gênio de alma inquieta, mas profundamente introvertida, se revelando apenas aos que acreditam que a utopia de hoje pode ser de carne e osso amanhã. No Festival Internacional de Londrina (FILO), a utopia se tornou palpável ao longo de uma trajetória de quase 40 anos, através de nomes como Eugenio Barba, do Odin Teatret, e do mestre do butô Kazuo Ono, que entraram para a história do mais antigo evento teatral da América Latina. Apesar das intempéries, como a ausência da verba da estadual – até o fim do FILO –, preferindo o silêncio, que somente não comprometeu a realização do Cabaré porque a organização já está escolada em dar um jeito para que a parte musical aconteça – o FILO não é pele e osso, mas um corpo robusto, que muitas companhias desejam abraçar, fazendo parte da sua programação. O festival 2007 baixou as cortinas no último sábado, garantindo alguns bons momentos em que a utopia do teatro mais uma vez deixou o corpo à mostra. Incidentes que fogem das coxias, tropeçam na paciência dos espectadores e caem na necessidade de construção de um teatro municipal. O FILO cresceu, assim como o Festival de Música de Londrina e, no futuro, o Festival de Dança também vai ser mais que carne e osso, oxalá. Ao contrário das últimas edições do festival, a rua foi um dos principais palcos do evento. O capricho na escolha dos grupos também garantiu bons momentos e público deu um show de entusiasmo em diversas apresentações.

É bastante comum que as pessoas relacionem a imagem de um ‘‘superdotado’’ com a do gênio, mas não é bem assim. Hoje, já é consenso que o superdotado não precisa ser bom em tudo; ele faz propostas criativas, reformula soluções, por exemplo. O gênio, por sua vez, muda a concepção do mundo de sua época, com propostas inusitadas, antecipatórias, como fez Albert Einstein ou Leonardo da Vinci.

Os benefícios da dança como uma atividade física são bem conhecidos: flexibilidade, melhora do condicionamento aeróbico, aprimoramento da coordenação motora, perda de peso, entre tantos outros. Mas a dança também beneficia aspectos emocionais, como a socialização, combate à depressão e à timidez, aumenta a alegria, auto-estima e a disposição para encarar as dificuldades do dia-a-dia.

O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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