'Astros' é sucesso no SBT
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quarta-feira, 04 de junho de 2008
Paola Correa<br> Folhapress 
Quando a Record ficou com os direitos do reality show ''Ídolos'' - que deve estrear no próximo semestre - havia quem pensasse que uma atração parecida não vingaria no SBT. Hoje, quase dois meses depois de estrear, ''Astros'', que entrou na grade do SBT no lugar do antigo reality, mantém-se entre os cinco mais vistos na emissora de Silvio Santos.
A atração vai ao ar toda quarta-feira, às 21h45, e a cada semana três artistas - seja grupo, dupla ou somente um intérprete - são classificados para a final, que acontece uma vez por mês. Os vencedores ganham um carro, e os piores participantes não saem de mão abanando. Eles faturam uma moto. ''O formato desse programa está genial, estamos privilegiados por apresentá-lo. É uma espécie de ''Show de Calouros'' do século 21. Tudo o que acontece no programa no outro dia já está no YouTube'', conta o jurado Thomas Roth, que, assim como nas duas edições anteriores de ''Ídolos'', julga os participantes ao lado de Arnaldo Saccomani, Cyz Zamorano e Carlos Miranda.
''Astros'' mantém a média de nove pontos na audiência e não apenas nos dias de decisão - já aconteceram duas finais no reality show: o grupo de pagode Emoção a Mais venceu a primeira, e a dupla sertaneja Cléber e Clayton, a segunda. ''Além de se interessar pelos ganhadores, o público tem acompanhando as audições para conferir as apresentações engraçadas dos outros participantes'', diz Roth.''
A internet tem sido uma grande aliada para a divulgação da atração. Que o diga o grupo de pagode Emoção a Mais, ao mostrar uma música inédita no programa -''Livre Novamente (Tô Nem Aí)''-, ouviu a platéia cantando o hit em coro. ''Quando eles se apresentaram novamente, todo mundo já tinha acessado no site e cantou junto'', diz Roth.
Os vencedores da semana passada, Cléber e Clayton, esperam colher o mesmo fruto. ''A gente achava que o sertanejo não era muito do gosto dos jurados, mas resolvemos arriscar. Cantamos uma música inédita, que se chama ''O Chifre', e agradamos a eles e à platéia'', conta Cléber.


