O disco "Bailão do Ruivão" tem a proposta de fazer uma releitura de músicas que te marcaram pessoalmente - seja como fã ou como compositor - e revive um clima de "baile" na montagem dos shows. Como está sendo a reação do público neste novo formato? Suas expectativas foram preenchidas?
A aceitação do público está sendo ótima, eles já conheciam essas músicas do bis de meus shows.

O "Bailão do Ruivão" representa uma jornada muito pessoal sua, como músico. Como foi o processo de preparação deste novo palco e deste novo repertório? 
As músicas escolhidas para o Bailão fazem parte da minha vida. São músicas que eu ouvia na minha infância e adolescência e fizeram parte da minha formação musical.
Adorei o cenário e palco. Vi a força dele mesmo no dia, a beleza, quando acenderam as luzes. Tinha camadas e estágios diferentes, combinou demais.

O álbum conta com participações especiais de Zezé di Camargo & Luciano, Joelma & Chimbinha e da banda Zafenate, de seu filho Theodoro. Como surgiu a ideia de trabalhar com essa ampla multiplicidade musical? O formato do "Bailão" foi a oportunidade perfeita para reunir talentos de diferentes gêneros em um mesmo projeto?
Já conhecia Zezé di Camargo & Luciano de anos atrás, fizemos um evento juntos e depois participei da trilha sonora do filme deles. Com Calypso eu sentia que não podia deixar de convidar Joelma e Chimbinha, para tocar e cantar Kaoma comigo. Já com Zafenate, foi maravilhoso me juntar ao meu filho Theodoro para cantar Bob Marley. Foi um momento único!

A turnê do "Bailão" está se aproximando da reta final. Como você descreve a experiência adquirida nestas viagens e apresentações? Existe algum outro projeto em que você já esteja trabalhando?
A turnê do Bailão iniciou-se no fim do ano passado em São Paulo e ainda estamos passando por muitas cidades e estados. Tenho projetos futuros, mas ainda não posso divulgar.

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