Um advogado ambicioso, que tem a fidelidade pela esposa testada depois de conhecer uma loira de uma cidade pequena. Um jornalista famoso que vê sua vida ficar de cabeça para baixo após uma noite com uma mulher louca. Um professor americano que se apaixona por uma garota bem mais jovem, e ela é filha do seu melhor amigo.

Ficou com a sensação de já ter visto tudo isso antes? Pois é, o filme ''As Idades do Amor'' - que estreia hoje no Cine Com-Tour/UEL - não se esquiva de nenhum clichê. Pior, ele se arremessa, de maneira irremediável, na direção de algumas das mais batidas (e cafonas) fórmulas dentro das comédias românticas.

As três ''idades do amor'' - juventude, maturidade e terceira idade - são interligadas pelas flechas de um cupido (Vittorio Propizio) que, logo no começo do filme, lança um olhar galante para a lente da câmera e faz um longo discurso, à la Julio Iglesias, sobre a beleza do amor.

Leia mais na matéria do repórter Rafael Ceribelli exclusiva para assinantes da FOLHA.

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