São Paulo - Coloque o pé em Aruba e você logo ouvirá a frase mais usada entre moradores e turistas - fique à vontade para usar também -: ''The Happy Island'' (A Ilha Feliz). E é tão sério que o slogan está nas placas dos carros que circulam pela ilha caribenha! Aruba faz de tudo para o turista se sentir em casa. É destino predileto dos norte-americanos e, por isso, tem uma rede completa de hotéis, com tudo a mão, e a região de compras, com lojas e mais lojas. É uma boa opção para passear com amigos e família.

Aproveite a manhã, com sol ameno, para caminhar pela praia e observar os resorts à beira mar, em Palm Beach. A praia, sem ondas, parece uma piscina em tom esverdeado convidativo. É entrar e não sair mais, só depois do pôr-do-sol.

As áreas externas dos hotéis têm piscinas, jacuzzis, quiosques e restaurantes. Pegue uma piÀa colada, a bebida mais famosa da ilha, uma espreguiçadeira e mais nada. À noite, cada hotel promove o agito com programação específica, que vai de filme em telão, shows de mágicas e karaokê. Outra opção, tradicional, fica por conta dos cassinos. Cada hotel tem o seu.

Poeira

Como a ilha não é grande, tem 193 quilômetros quadrados, uma boa pedida é alugar um carro e explorar cada canto. Além de conhecer outras praias, como a famosa Baby Beach, Aruba também possui uma região para off road, com belas encostas e pontos distantes que são acessíveis apenas por quadriciclo ou jeep 4x4. Se preferir seguir para um tour guiado, os passeios podem ser comprados dentro dos hotéis.

No jeep tour, a primeira parada é no farol (Califórnia Lighthouse), no ponto norte da ilha. Conheça com o grupo, mas retorne à tarde para curtir o pôr-do-sol. Seguindo pelo lado leste da ilha, o próximo ponto é a igreja do Alto Vista Chapel, um lanchinho e mais algumas fotos. A predominância na ilha é de católicos e a capela é ponto final de uma via-crucis tradicional entre os moradores. Ela foi construída em 1952 no mesmo local da primeira igreja católica, erguida em 1759, pelo missionário espanhol Domingo Antonio Silvestre.

Novamente na estrada, e 'comendo poeira', a entrada de uma protegida caverna tornou-se ponto de visitação. Lá o turista pode observar desenhos indígenas pintados no teto e alguns morceguinhos. Não se preocupe porque eles ficam mais assustados que você.

Seguindo pelo Parque Nacional Arikok, a Natural Bridge (ponte natural), é outro local que permite fotos bonitas. A ponte caiu em 2005, mas o guia vai contar histórias de festas e um carnaval que acontecia com frequência ali. ''As pessoas costumavam se banhar embaixo da ponte, mas, milagrosamente, no dia que caiu, não tinha ninguém'', conta Roland, cujo nome foi tirado do mais famoso torneio de tênis, o Roland Garros. ''Ah, minha mãe adora tênis''.

O ponto final do jeep tour, mas o passeio do dia ainda não termina, é Baby Beach. A prainha é ideal para bebês, de onde vem o nome. Água quente e cristalina. Pegue a máscara e o snorkel e vá observar os peixinhos, perto das pedras.

No fundo do mar

No mar de Aruba há dezenas de naufrágios, que são explorados de acordo com o tipo de mergulho (e passeio) que você compra. O naufragado Antilhas é o passeio após o jeep tour. No barco, bar open, um divertido guia contas histórias de piratas, lógico. No ponto exato é só pular na água. É possível ver a ponta do navio para fora da água e, quem tiver fôlego suficiente, nada sobre barco afundado com snorkel, nadadeiras e um colete. ''Quando terminar é só boiar que vocês retornam ao barco'', diz o guia.

Funciona! E, afinal, nadar contra a correnteza explica porque a maioria só vê mesmo a ponta do mastro, do barco. Tudo bem, no retorno o sorteio de um espumante.

Para um mergulho com cilindro, na recepção dos hotéis você terá informações disponíveis, com valor do passeio que inclui aluguel de equipamentos e lanches. Mergulho com guia.

Um passeio diferente, e ainda no fundo do mar, é o submarino. Uma embarcação adaptada para turismo que leva cerca de 40 pessoas a 50 metros de profundidade. O submarino faz cerca de quatro tours diários, entre 11h e 12h, com 20 minutos de duração. Do porto em Oranjestad embarque num catamarã que leva ao encontro do submarino. Custa U$ 90.

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