O percurso da arte brasileira no século XX até suas manifestações nos dias atuais será esmiuçado esta semana em Londrina durante um ciclo de cursos promovido pelo programa Rumos Itaú Cultural em parceria com a Casa de Cultura da UEL.
O programa, criado há 12 anos, é o mais conceituado mapeamento da produção artística contemporânea nacional. Para esse evento, intitulado ''Encontros sobre a História da Arte'', convidou professores especializados para uma série de itinerâncias pelas regiões Sul e Sudeste do País.
A programação começa hoje e segue até sábado, dividida em três encontros, com seis horas de duração cada. As inscrições são gratuitas. ''A proposta é aproximar e familiarizar o público da arte contemporânea brasileira, indo além do que se faz no eixo Rio-SP'', diz Iara Kerstin, gerente do núcleo de artes visuais do instituto.
O artista plástico Jailton Moreira abre o primeiro módulo abordando a arte da década de 80. Moreira participou de diversas exposições individuais e coletivas incluindo duas bienais do Mercosul e três edições do Panorama da Arte Brasileira, no Museu de Arte Moderna de São Paulo.
O segundo módulo será comandado na sexta-feira por Marisa Morkazel, que tratará dos principais movimentos e experiências estéticas realizadas entre as décadas de 50 e 70. Ela é doutora em Sociologia pela Universidade Federal do Ceará e mestre em História da Arte pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atualmente dá aulas de História da Arte nos cursos de Moda, Artes Visuais e Tecnologia da Imagem da Universidade da Amazônia.
Fechando a programação, no sábado, Maria Adélia Menegazzo fala sobre a produção artística entre as décadas de 20 e 70. Ela é doutora em Teoria Literária e Literatura Comparada pela UNESP, professora de História da Arte e pesquisadora do programa de Mestrado em Estudos de Linguagens da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul.
Nos três dias, os cursos serão realizados das 10h às 13h e das 15h às 18 horas na Casa de Cultura da UEL.

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