ARTE CIRCENSE - Aventura e fantasia em Piratas
Até que ponto é possível ao ser humano alongar-se? Será que alguém consegue atingir tanta destreza e elasticidade a ponto de conseguir fazer malabarismos e acrobacias inimagináveis?
O Circo Nacional da China veio a Londrina mostrar que tudo isso não é apenas possível, mas também pode ser utilizado para produzir um espetáculo mágico. Porque se já é bonito ver a adolescente chinesa equilibrar-se sobre uma borda de uma caixa de som com a facilidade de quem pula amarelinha, imagine essa cena dentro de um contexto repleto de cor, luzes e música e tudo remetendo ao universo aventureiro dos piratas...
Pois esses piratinhas chineses os 39 artistas têm média etária de 17 anos mostraram nas apresentações que aconteceram na semana passada no Moringão por que o circo de acrobacias chinês é tão respeitado e admirado mundo afora. O espetáculo, dividido em duas partes de 45 minutos cada, com um intervalo de 15 minutos, inclui acrobacia, contorcionismo, dança, em um show com muita luz e música.
A disciplina e a dedicação exclusiva são inerentes à carreira desses jovens. Mesmo sob treinamento rigoroso, que pode chegar a oito horas diárias, os artistas do circo só começam a se apresentar em turnês em média cinco anos após ingressar na escola.
A atual turnê, que começou por Manaus em março, inclui outras 24 cidades brasileiras e países como Peru e Argentina. No Paraná, além de Londrina, eles devem se apresentar também em Curitiba no segundo semestre.
A tradição dos circos de acrobacia chineses é milenar, e data do período das dinastias Quin e Han (221 a.C. a 221 d.C.)
Criado em 1951, tem cerca de 150 integrantes (39 vieram ao Brasil e o restante está se apresentando na Alemanha). Além de atuar nos espetáculos, eles cuidam da montagem e desmontagem do cenário
O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.





