As cidades cubanas contam a história do país, por meio de suas relíquias arquitetônicas, que guardam a influência espanhola da colonização, e pelos carros antigos dos anos 50, vestígios da influência americana da primeira metade do século XX, que ainda circulam pelas ruas. A mestiçagem de culturas na formação de Cuba faz da cozinha e música grandes atrações. O clima é muito parecido com o nosso, com a diferença de que lá o verão ocorre em julho e agosto e o inverno, em dezembro e janeiro.
O arquipélago tem 11 milhões de habitantes e é formado pela ilha principal, de Cuba, Ilha de La Juventud e outros 4.195 arrecifes e ilhotes. Cuba foi descoberta por Colombo em 1492, e a colonização espanhola começou em 1511, com a fundação de Havana e outras cidades. Os EUA fizeram várias tentativas de adquirir a ilha e grandes investimentos americanos foram mantidos na indústria do açúcar, que nesta época fornecia um terço da produção mundial.
Tropas americanas ocuparam Cuba em 1899, na segunda guerra pela independência. Em 1902, foi proclamada a República de Cuba. Seguiram-se vários governos corruptos e sem ligações com o social, culminando com o brutal e autoritário regime de Gerardo Machado, em 1925, que estimulou a abortada revolução de 1933. A ilha manteve-se sob a ''proteção'' americana até 1934.
Em 1956, Fidel Castro iniciou a guerrilha que levou ao estabelecimento do regime socialista em 1959. A frustração com o regime levou a um êxodo de 125 mil cubanos em 1980. O regime sobreviveu, apesar de, com a separação da União Soviética, em 1991, o país ter enfrentado uma grave crise econômica. Desde 1992, vem se delineando uma certa abertura econômica e política, visando combater a crise no país.

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