Um dos fundamentos principais das aulas de Marcos Albert é passar uma visão diferenciada da arte, aliando o conteúdo técnico ao teórico. Mas a sua intervenção termina aí, deixando os alunos livres para expressar a própria criatividade. ''Eu não toco em suas telas, apenas deixo eles fazerem e praticarem até sair da forma correta. O mérito do trabalho é todo deles'', revela, orgulhoso.
Os artistas mirins Renata da Cunha Viana, de 11 anos, e Vitor Alexandre Lima, de 9 anos, têm aproveitado bastante as lições. Segundo Albert, os dois já possuem algumas releituras de alta qualidade. ''Antes parecia tudo difícil, eu olhava os quadros na casa da minha irmã e pensava que nunca ia conseguir fazer aquilo. Mas é fácil!'', comenta timidamente Renata, enquanto escolhe em um livro quase tão grande quanto ela se o seu próximo quadro vai ser um Monet ou um Colet.
''No começo, eu queria pintar mangá, mas o Marcos me levou para fazer o impressionismo. Agora eu gosto mais disso'', reconhece o pequeno Vitor, que já conseguiu capturar a essência da perspectiva em suas pinturas. (R.C.)

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