Pouca gente sabe, mas existe uma academia de letras pé-vermelho. A instituição iniciou suas atividades em 1979 com o objetivo de promover o debate entre intelectuais, pesquisadores e artistas sobre temas relevantes para a cidade e região. Completando 35 anos de atuação, a Academia de Letras, Ciências e Artes de Londrina conta com 40 cadeiras para profissionais de diversas áreas.
"Atualmente, contamos com 36 membros entre escritores, artistas, professores universitários, advogados, médicos e outros profissionais com destaque em suas áreas de atuação", afirma o atual presidente da academia, Leonardo Prota, professor aposentado do curso de Filosofia da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Segundo ele, as quatro cadeiras que se encontram vazias serão preenchidas por novos membros que devem ser eleitos no dia 8 de junho.
"A eleição dos novos membros ocorre por indicação de titulares a possíveis candidatos aptos a preencher as vagas ocasionadas pela mudança de cidade ou pela morte de algum titular. Um colegiado da academia avalia o currículo da pessoa indicada e, se aprovado, posteriormente é feito um convite para o profissional se tornar membro titular da academia", relata Prota.
Os acadêmicos se reúnem mensalmente. "Realizamos uma reunião todo segundo domingo do mês, das 10 horas ao meio-dia. As reuniões são abertas a toda a comunidade e durante esse período são realizadas palestras e debates com os próprios membros ou com convidados sobre assuntos de interesse local, regional ou nacional", esclarece o presidente.

Além de promover a troca de conhecimento, entidade busca promover soluções para a cidade e incentivar a produção intelectual.

Literatura, artes e ciências em geral estão entre os assuntos abordados durante as reuniões.

O Programa Folha Cidadania é o desafio social da Folha de Londrina no combate ao analfabetismo funcional

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