A mão do João escreve uma letra muito bonita, a professora sempre elogia. Já para a mão do Nicolas, ela vive dizendo que é preciso caprichar mais. Mas esta queria ter a letra mais bonita da turma. Por isso, ela vai se aconselhar com o papel, cuja sabedoria vem das árvores. Experiente, o papel, que já viu muitas outras letras em outras encadernações (ele é reciclado), explica que cada letra é bonita a seu jeito. Mas, para convencer sua amiga dessa verdade, vai investigar com a mão do João e com a professora o que de fato está acontecendo.
É com esse enredo que Renata Pettengill consegue explicar para as crianças por que é importante caprichar na letra, no livro ''A história da mão que queria ter uma letra bonita'' (Prumo). A obra consegue mostrar aos estudantes que não existe letra mais bonita ou mais feia. Arredondadas, esticadas, pequenas, grandes, inclinadas - todas são apenas diferentes. Mas ao mesmo tempo também reforça a necessidade de se caprichar e praticar bastante.
Editora e tradutora, Renata começou a escrever livros para os próprios filhos. Mais que um personagem, Nicolas é um dos filhos da autora, e são deles as letras manuscritas que aparecem nas ilustrações de Alexandre Bersot. Bersot, aliás, desenvolveu sua técnica fazendo desenhos para seus sobrinhos colorirem, e já conquistou vários prêmios com desenhos animados e ilustrações.
Serviço
A história da mão que queria ter uma letra bonita
Autora - Renata Pettengill
Ilustrações - Alexandre Bersot
Editora - Prumo (32 páginas)

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