Vira o milênio e provavelmente ‘‘O Vampiro e a Polaquinha’’ continuará em cartaz. A peça, que faz seu passeio por uma sociedade inquieta, repressora e às voltas com a sexualidade sempre à tona, retorna ao palco do mini-auditório do Teatro Guaíra.
O espetáculo caminha em direção ao sétimo ano de carreira. mCom mais de 700 representações, viajou para disputadas sessões no interior e em 1997 foi muito aplaudida numa mostra promovida em São Paulo. Mantida durante todo este tempo graças ao apoio oficial, volta em cartaz sob conta e risco dos atores que integram o elenco.
A atriz Nena Inoue observa que a longa carreira de ‘‘O Vampiro e a Polaquinha’’ ‘‘abriu novas perspectivas para outros espetáculos que começaram a adotar uma política de maior permanência nos espaços, inclusive em horários e dias alternativos, numa constatação de que o público de Curitiba vai ao teatro’’.
Os personagens dos 13 contos de Dalton Trevisan - sob a direção de Ademar Guerra - são defendidos por Lala Schneider, Rogério Dellê, Nena Inoue, Moacir David, Clóvis Aquino, Paulo Frieb, Lalá Scremin, Edson Rocha, Isabel Milani, Waldi Teixeira e Fabiana Klein.

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