Na mansidão/ do teu olhar/ meu coração/ viu passear/ uma feliz/ e meiga bonança/ quis alcançar/ sentiu esperança/ mas viu fugir/ sem lhe sorrir/ Preso à sensação/ daquele quadro que a ilusão/ descortinou tão docemente/ bate cegamente a suspirar/ por uma luz/ que mal surgiu viu-se apagar/ vem, vem, vem, vem.../ traz ao fosco brilhar dos olhos meus/ a carícia dos teus/ vem sentir o quanto é bom/ e carinhoso vem afagar/ este coração/ que a solidão/ quer matar...

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