Imagem ilustrativa da imagem A bruxa vem aí
| Foto: Reprodução
Sucesso nos anos 90, "A Bruxa de Blair" terá sequência sob a direção de Adam Wingard



Em outubro de 1994, três estudantes de cinema desapareceram durante uma incursão na floresta de Burkittsville, antigo vilarejo de Blair, nos EUA, enquanto gravavam um documentário sobre uma bruxa do folclore local.
Um ano depois, as imagens do que aconteceu com eles foram recuperadas.
Lançado em 1999, "A Bruxa de Blair", dos diretores Daniel Myrick e Eduardo Sánchez, faturou US$ 248 milhões em bilheteria ao convencer o público que as cenas de horror eram reais.
Com orçamento de US$ 60 mil (em valores da época), é considerado um dos filmes independentes mais lucrativos de todos os tempos.
Dezessete anos, uma sequência malfadada em 2000 e muitos discípulos do "found footage" - quando a filmagem tosca simula imagens verídicas - depois, o truque já não funciona, mas a história ganhará sequência, anunciou o estúdio Lionsgate na Comic-Con, em San Diego.
A empresa convocou público e imprensa para uma sessão do filme de horror "The Woods". Quando a exibição começou, os cartazes foram trocados e o letreiro revelou o verdadeiro nome do novo projeto: "Blair Witch".
Agora sob comando do diretor Adam Wingard ("Você É o Próximo"), a trama acompanha quatro adolescentes - um deles, irmão de uma das vítimas do primeiro longa -, que se aventuram na floresta, tentando, mais uma vez, desvendar o mito da bruxa.
Com estreia prevista para setembro deste ano, a terceira parte da franquia de terror foi gravada em segredo em 2015 e retoma a história do ponto onde o segundo filme terminou: entre as árvores de Burkittsville, onde os jovens desapareceram.

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