28º Festival Kionarte divulga curtas-metragens selecionados
41 curtas foram escolhidos para as quatro mostras competitivas do festival, que acontece de 30 de outubro a 8 de novembro
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 30 de setembro de 2026
41 curtas foram escolhidos para as quatro mostras competitivas do festival, que acontece de 30 de outubro a 8 de novembro

Faltando pouco mais de um mês para o início do 28º Festival Kinoarte de Cinema, que acontece de 30 de outubro a 8 de novembro, as tradicionais mostras competitivas de curtas-metragens já têm seus títulos selecionados. Com mais de 700 filmes inscritos, 41 curtas foram escolhidos, sendo 7 títulos na Competitiva Londrinense, 6 filmes na Competitiva Paranaense, 20 curtas-metragens na Competitiva Nacional e 8 na Competitiva Ibero-Americana.
Com filmes de até 25 minutos de duração, as competitivas do Festival Kinoarte exibem curtas-metragens produzidos em nível local, estadual e nacional, além de filmes de países de língua portuguesa e espanhola.
Confira os curtas-metragens selecionados por mostra:
Competitiva Londrinense
- Boca de Tudo, de Nanjilè e Thyago Bezerra
- Gaiola, de Lucas Meyer
- Geada Vermelha, de Danilo Hokama
- Helena, de Gui Rodrigues
- Matriarcas de Negra Tez, de Uê Puauet
- Poceiros, de Guilherme Peraro
- República da Traição: O Filme Nunca Lançado, de Lucas Clausen Peraro

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Competitiva Paranaense
- Acorda, de TH Fernandes
- O Cabrito que Pensa, de Pedro Vilo
- Mande me Avisar se é em Casa ou na Igreja, de Rafael Waltrick
- Raízes, de Larissa Nepomuceno
- Revelações, de Igor Urban
- No Silêncio do teu Olhar, de TH Fernandes
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Competitiva Nacional
- Os Arcos Dourados de Olinda, de Douglas Henrique
- Boiuna, de Adriana de Faria
- Canto, de Danilo Daher
- Chica, de Mateus Malburg e João Vitor Silva
- Filme-Copacabana, de Sofia Leão
- Os Dias Com Ela, de Lina Montanari
- Diu, de Camila Schincaglia
- Entrevista com Fantasmas, de Lincoln Péricles (LK)
- Gastronomia do Olho, de Nicolau .
- Grão, de Gianluca Cozza e Leonardo da Rosa
- Imagem Imaginada, de Diego Benevides
- Migué, de Rodrigo Ribeyro
- Morto Não, de Alex Reis
- A Nave que Nunca Pousa, de Ellen Morais
- Quando o Segundo Sol Chegar / Um Cometa Nos Teus Olhos, de Janaina Wagner
- Quem se Move, de Stefanie Ricci
- Rato, de Vitor Mendonça de Souza
- Tião Personal Dancer, de Aristótelis Tothi
- Trem da Onze, de Izabelli Campanelli
- Um Certo Cinema Brasileiro, de Fábio Rogério
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Competitiva Ibero-Americana
- Gargalo (Portugal), de Anna Zêpa e Carlos Segundo
- Gongfu (Argentina), de Ezequiel Avila
- Harvey & Maude (Espanha), de Álex Mineralex
- Las Hijas Blancas (Espanha), de Arima León e Daute Campos
- Mi Nombre es Name (Espanha), de Alexis Cloquell Lozano
- El Perú es Un Lugar para Morir (Peru), de Víctor Augusto Mendívil
- Querido Diario (Espanha), de Fátima Luzardo
- El Regalo (Espanha), de Lara Izagirre Garizurieta
SESSÔES EM VOTAÇÃO
Todos os filmes selecionados estão abertos ao voto do público que vai às sessões no Cine Villa Rica. “Quem assiste às competitivas dá uma nota de 1 a 5 para cada um dos filmes nas cédulas de votação que os monitores entregam na sala de cinema. Os melhores filmes eleitos pelo voto popular e pelo júri são premiados com o Troféu Francelino França”, explica Bruno Gehring, coordenador do evento.
Os filmes produzidos em Londrina são exibidos sempre antes de um longa-metragem, durante dias úteis e aos fins de semana. Já as outras competitivas são concentradas nos sábados e domingos. “E a maior das competitivas é a competitiva nacional, que tem quatro sessões compostas pelos melhores curtas que estão circulando nos festivais do Brasil todo e do exterior”, completa Gehring.
DESTAQUES DA CURADORIA
Tradicionalmente realizado ao fim do ano, o festival garante, por meio da curadoria, um panorama geral dos filmes que ganharam destaque no circuito anual de festivais.
“Temos curtas que passaram em festivais importantes como Gramado, Brasília, São Paulo e Rio, além de filmes da Espanha, de Portugal e, este ano, de países como Argentina e Peru, o que é ótimo para conhecer o tipo de cinema que se tem feito também fora do Brasil”, explica o diretor de programação, Artur Ianckievicz.
Entre os filmes da seleção nacional, Ianckievicz destaca os documentários “Os Arcos Dourados de Olinda”, de Douglas Henrique, “Filme-Copacabana”, de Sofia Leão, e “Um Certo Cinema Brasileiro”, de Fábio Rogério. “É ótimo aproveitar este momento de valorização após o Oscar e depois do Agente Secreto em que voltaremos as atenções para os filmes nacionais. Por isso, é legal ver curtas-metragens de destaque sobre o próprio cinema brasileiro”, conclui.
Em nível local, na competitiva londrinense, o curta “Poceiros”, do cineasta Guilherme Peraro, com trajetória em festivais no Brasil e no exterior, também é um dos destaques da seleção.
PREMIAÇÃO
Os curtas-metragens em competição melhor avaliados pelo público recebem o Troféu Francelino França. Também há um júri diverso que premia os filmes da Competitiva Nacional como melhor direção, roteiro, arte, foto, som e montagem.
O Festival premiará em dinheiro os primeiros colocados, escolhidos pelo júri oficial, nas competitivas Nacional (R$ 5 mil), Paranaense (R$ 2 mil) e Londrinense (R$ 1 mil). A premiação será realizada na cerimônia de encerramento do Festival Kinoarte, no dia 8 de novembro, no Cine Villa Rica.
Este projeto é uma produção da Leste e da Kinoarte, tem patrocínio da Secretaria de Cultura de Londrina através do Programa Municipal de Incentivo à Cultura (PROMIC).
* Com assessoria.
SERVIÇO:
28º Festival Kinoarte de Cinema
Quando: de 30 de outubro a 8 de novembro de 2026
Cerimônia de premiação: 8 de novembro, no Cine Villa Rica
Site oficial: https://kinoarte.org/
Produção: Leste
Realização: Kinoarte
Patrocínio: Programa Municipal de Incentivo à Cultura (Promic)


Da Redação
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