O Real Madrid se tornou a primeira equipe a ganhar duas vezes seguidas o Mundial de Clubes desde que a Fifa começou a organizar a competição em 2000, somando um terceiro título em quatro anos, após 2014 e 2016.

O gol da vitória por 1 a 0 sobre o Grêmio no último sábado em Abu Dabi veio em bola parada, numa cobrança de falta de Cristiano Ronaldo, aos 8 minutos do segundo tempo, aproveitando um buraco na barreira montada pelo Grêmio.

"Fizemos uma grande partida, muito completa e muito séria. Estou muito feliz com a equipe. Estávamos focados desde o início e a vitória foi merecida", analisou o técnico do Real, o francês Zinedine Zidane.

Cristiano Ronaldo, recém-premiado com sua quinta Bola de Ouro de melhor jogador do mundo, marcou seu sétimo gol em Mundiais, um recorde da competição no molde atual de disputa. O lendário Pelé, do Santos, também marcou sete gols em Mundiais quando a competição ainda era denominada Copa Intercontinental.

"O Grêmio infelizmente perdeu. Jogamos contra jogadores muito bons. Estamos tristes, mas conquistamos muito esse ano. Eles jogaram muito bem e merecem a vitória", admitiu o técnico Renato Portaluppi.

Somando Mundiais de Clubes e Intercontinentais, a Espanha alcançou o Brasil como países com maior número de títulos, 10 cada. Para o Real, o Mundial encerra um ano em que o clube conquistou cinco títulos, um recorde. Luka Modric foi eleito o melhor jogador do Mundial de Clubes. (France Press)

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