ZERO A ZERO

Arquivo FolhaNA FRENTE KlÚber em aÔão: empate sem gols no Equador garante invencibilidade do AtlÚtico Paranaense na TaÔa Libertadores Time fecha primeira fase dia 12 contra o Nacionala deixa o Rubro-Negro na liderança isolada – e invicta – do grupo 1, agora com 13 pontos, mas não garante o primeiro lugar. O Furacão, que já estava classificado para a próxima fase, vai decidir a primeira colocação do grupo contra o Nacional, do Uruguai, no próximo dia 12, em Curitiba.
Empate mantÚm o AtlÚtico-PR invicto
Mesmo sem Lucas, expulso no início do segundo tempo, time de Vadão suporta apressão do Emelec e reafirma lideranÔa do Grupo 1
Na partida de ontem, o Atlético até que começou bem, mas sem a tradicional movimentação constante de Kelly, Adriano, Lucas e Kléber, facilitou muito a marcação do Emelec. O time equatoriano teve as melhores chances para marcar.
Pelo menos no início, a partida parecia até estar sendo realizada na Arena da Baixada. O Rubro-Negro tomou a iniciativa de ataque e de não deixar o adversário jogar. Houve momentos em que nada menos do que seis atleticanos tentavam evitar que o time da casa saísse jogando.
Mas a pressão atleticana não se traduzia em ofensividade. Depois de uma chance aos quatro minutos, quando Luisinho Netto cobrou falta à direita do goleiro Moran, o Rubro-Negro parou. O que se viu a partir daí foi o time tentando continuar a pressão, só que sem conseguir recuperar a bola para criar jogadas ofensivas.
Com isso, o posicionamento adiantado do time brasileiro beneficiou o Emelec, que, contando também com erros atleticanos, chegou com mais perigo ao gol no primeiro tempo. A primeira chance surgiu aos seis minutos. Numa bobeada do zagueiro Leonardo, o atacante Tenório recuperou a bola, girou e bateu à esquerda de Flávio. Na outra falha da zaga, aos 20 minutos, a bola sobrou para Tenório, que desperdiçou.
Depois de dois sustos, o Rubro-Negro teve a chance para marcar aos 31 minutos. O atacante Kléber driblou dois marcadores na entrada da área, mas bateu para fora. Cinco minutos depois, nova chance para o Atlético: numa cobrança de falta ensaiada, a bola sobrou para Kléber, sozinho na marca do pênalti. Ele chutou em cima do zagueiro.
No segundo tempo, o Atlético voltou ainda ‘‘desligado’’ e quase levou um gol aos 20 segundos, quando a bola foi cruzada e passou na frente do goleiro Flávio. Para tentar acordar o time, o técnico Oswaldo Alvarez fez de uma vez só três substituições, aos 15 minutos. Ele tirou os volantes Luis Carlos Goiano e Marcus Vinicius e o atacante Kléber e colocou o volante Cocito e os meias Silas e Silvinho para tentar ‘‘ganhar’’ o meio-de-campo. Só que a situação piorou aos 22 minutos, com a expulsão de Lucas, que reclamou do árbitro.
O jogo seguiu igual a partir daí. O Emelec tentava imprimir um ritmo forte sobre o Furacão, mas com pouca técnica não conseguia criar chances claras para marcar. O Atlético passou a tocar mais a bola esperando o melhor momento para avançar. Quase marcou aos 46 minutos: Luisinho Netto cobrou escanteio e por pouco não fez gol olímpico.

FICHA TÉCNICA
Emelec 0
Moran; Pavel Caicedo, Maximo Tenório, Porozzo e Mário Ron; Carabali, Idalgo (Intriago), Ramos e Candelario; Otilino Tenório (Valência) e Cuera. Técnico: Paulo Massa
Atlético-PR 0
Flávio; Luisinho Netto, Gustavo, Leonardo e Jorginho; Luis Carlos Goiano (Cocito), Marcus Vinicius (Silas), Kelly e Adriano; Lucas e Kléber (Silvinho). Técnico: Oswaldo Alvarez
Árbitro: Jose Arana (Peru)
Estádio: George Capwell, em Guayaquil
Renda e público: Não divulgados
Expulsão: Lucas (Atlético)

mockup