Ele é um ferrenho defensor do Londrina. Dedicou 38 dos seus 65 anos de vida ao clube, o qual defendeu por 10 anos, e à cidade. Atualmente, cuida da formação dos novos goleiros do LEC nos juvenis e infantis e, paralelamente, é o responsável pela administração do Estádio do Café. Zeloso, cuida do gramado do estádio como se fosse um filho. No dia a dia do clube é chamado de Zé, simplesmente. A paixão pelo LEC é tão grande que se emociona ao falar de suas passagens pelo clube. Hoje, certamente, Zeferino Pasquini terá um motivo a mais para se emocionar: será homenageado, às 18 horas, na Câmara Municipal de Londrina com o Diploma de Reconhecimento Público pelos seus serviços prestados ao município.
Zeferino mostra gratidão pelo reconhecimento de seu trabalho. Além de ter defendido o gol do Londrina por 10 anos (1957 a 1963 e 1969 a 1975), ele dedicou ainda outros 16 anos como administrador do ginásio Moringão e mais 19 anos cuidando do gramado do Estádio do Café. ''Agradeço ao Célio Guergoletto, pois esta homenagem está acontecendo por um projeto dele quando ele era vereador. Homenagem tem que ser feita em vida'', elogiou. Ele não pensa em aposentadoria tão cedo ''Estou aí rodando e quero ver até onde São Pedro vai deixar'' e tem um sonho. ''Quero ver o Londrina na Série A do Brasileiro. O meu maior presente é o time ganhar do Bragantino e se classificar'', afirmou, deixando escorrer uma lágrima pelo canto do olho.
Zeferino Pasquini nasceu em São Manoel, interior de São Paulo, no dia 30 de setembro de 1936. Iniciou a carreira no Corinthians em 1954 onde jogou até 1957. Depois veio para o Londrina. Passou ainda por Barretos, Ponte Preta, Olímpia, Portuguesa Santista, Atlético-PR, Coritiba e encerrou a carreira no Londrina em 1975.

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