O presidente interino da Fundação de Esportes de Londrina, Adalberto Pereira, deve ter vida curta na entidade, mas pelo menos uma demanda premente o ex-vereador terá que resolver: a entrega à comunidade do Estádio do Café.
Desde que foi interditado pela Fundação de Esportes de Londrina há 57 dias, praticamente nenhum dos problemas que obrigaram a administração anterior a fechar a praça esportiva foi solucionado.
No período, apenas o reforço na fixação da cobertura metálica das sociais saiu do papel. A recuperação do gramado está em andamento, mas ainda faltam duas podas necessárias a primeira com regulagem quatro e a segunda com regulagem dois e as marcações com cal. ''Houve uma melhora de 40%. Mas já está bem melhor do que o do VGD'', comparou. O administrador garante que os buracos que levaram o técnico Ivair Cenci a criticar o piso do campo desapareceram.
A faxina profunda nos vestiários, os reparos na fiação e na estrutura hidráulica não foram feitas, conforme promessa da administração anterior. Tampouco a colocação de um sistema de vigilância foi implementado no interior e nos arredores do estádio. Há uma semana, um grupo de vândalos invadiu a praça esportiva e destruiu 22 lavatórios dos banheiros da parte superior das arquibancadas.
Para Zeferino, os problemas da praça esportiva podem ser resolvidos com um mutirão, de ''4 ou 5 dias''. ''Vou falar com o Adalberto e tenho certeza que na próxima semana o estádio poderá ser entregue''.
Elenco e comissão técnica do Londrina pediram ao co-gestor Iran Campos para atuar no Café. Para eles, o gramado do VGD é muito duro e tem prejudicado o rendimento do time. A diretoria está estudando a proposta.

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