Zé Augusto volta para divisão de base
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segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Folhapress 
São Paulo - A derrota por 1 a 0 para o Palmeiras, no domingo, custou a Zé Augusto o seu emprego de técnico do Corinthians. A diretoria do clube paulista, de forma oficial, resolveu contratar um novo profissional para dirigir a equipe principal no restante do Campeonato Brasileiro. Ficou definido que Zé Augusto terá outra função no clube, provavelmente trabalhando nas categorias de base.
O favorito para assumir o comando do time é Nelsinho Baptista, campeão brasileiro com o clube em 1990, que foi demitido da Ponte Preta no final de semana. Márcio Bitencourt, que treinou o Corinthians em parte da campanha vitoriosa no Nacional de 2005, e Mário Sérgio, vice da Copa do Brasil deste ano com o Figueirense, também são cotados. O novo técnico poderia ser anunciado ainda ontem, após o fechamento desta edição.
Zé Augusto assumiu a condição de treinador corintiano após a queda de Paulo César Carpegiani, no dia 25 de agosto. Em seu primeiro jogo, o comandante viu o Corinthians perder por 5 a 2 para o Atlético-MG. O resultado fez com que o técnico dissesse que entregaria o cargo após o clássico contra o Santos, em 2 de setembro. No entanto, após a vitória por 2 a 0, no Estádio do Pacaembu, ele mudou de idéia.
A vitória contra Vanderlei Luxemburgo foi um ''oásis'' na passagem de Zé Augusto pelo time principal do Corinthians. Depois do triunfo sobre o santista, vieram uma vitória magra sobre o lanterna América-RN e quatro derrotas consecutivas, três delas pelo Campeonato Brasileiro.
Com a sequência de fracassos, o time paulista, que chegou a falar em lutar por vaga na Taça Libertadores, despencou na classificação e retornou à zona de rebaixamento. Faltando 11 rodadas para o fim do torneio, ocupa a 17 colocação, com 33 pontos ganhos.
O escolhido para dirigir o Corinthians terá, desde o começo do seu trabalho, que lidar com a indefinição sobre o seu futuro, já que o novo presidente do clube será eleito no dia 9 de outubro. Alberto Dualib, que ocupou o cargo por 14 anos, renunciou na última sexta-feira para evitar o impeachment por irregularidades em sua administração.


