Zagueiros do Londrina vivem situações distintas para 2026
Titulares querem ficar, enquanto reservas são incógnita para o próximo ano
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terça-feira, 28 de outubro de 2025
Titulares querem ficar, enquanto reservas são incógnita para o próximo ano

O Londrina começa a se movimentar no mercado, e a defesa é um dos setores que exigem atenção. A linha defensiva, que passou por várias mudanças durante a Série C, pode ter novas alterações em 2026, temporada em que o Tubarão disputará o Campeonato Paranaense, a Copa do Brasil e a Série B. Principal nome do setor, Wallace tem contrato até o fim do ano, mas já expressou o desejo de permanecer. A tendência é que sua renovação, aos 37 anos, não seja problema e que o capitão siga como um dos pilares do elenco.
Na reta final da Série C, Wellington Manzoli ganhou destaque, especialmente com o gol do acesso diante do São Bernardo. Seus empresários receberam sondagens, mas, segundo apuração da FOLHA, não há proposta oficial. O defensor tem contrato até o fim do Paranaense de 2026, e há interesse de permanência. Para isso, o LEC precisaria acertar sua compra com o Paranavaí, dono dos direitos do atleta.
Outro zagueiro que deve seguir é Caio, de 20 anos. Recuperando-se de grave lesão no joelho, ele tem contrato para 2026 e voltará ao elenco principal após o retorno aos treinos.
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Entre os reservas, a tendência é de saída. Vanderley, vindo da Aparecidense, e Rafael Castro, do Remo, não entraram em campo e dificilmente permanecerão.
A situação mais particular é a de Yago Lincoln, de 22 anos, que pertence ao Ceará e está emprestado até o fim de 2025. Destaque na final da Série C contra a Ponte Preta, o defensor é bem avaliado internamente, e o Londrina precisa tentar um acordo para mantê-lo no elenco em 2026.


Matheus Camargo
Repórter de Esportes, com foco no Londrina Esporte Clube.





