France PresseBola cheiaO presidente da Fifa, João Havelange, apresenta em Marselha a bola oficial da Copa da França. Ao lado dele, o presidente da Uefa, Lennart Johanson; o presidente da Federação Francesa de Futebol, Claude Monet; e o presidente do comitê organizador do Mundial, Michel Platini.O técnico da Seleção Brasileira fez um grande esforço para disfarçar a satisfação com os adversários do Grupo A da Copa da França, depois do sorteio de ontem, em Marselha. Zagalo não disse exatamente que gostou, mas está seguro de que o Brasil passa bem pela primeira fase e, no seu tom entusiasmado, mostrou que tem um problema particular para resolver com a Noruega: ‘‘Não diria que esse time está atravessado na minha garganta, mas jogamos duas vezes com eles, perdemos uma e empatamos outra. Agora é a hora da verdade’’. Na última vez que se enfrentaram, antes do Torneio da França, este ano, o Brasil foi goleado por 4 a 2 em Oslo.
Zagalo acredita que não terá problemas para enfrentar o estilo de jogo da Escócia, adversário da estréia dia 10 de junho, e do Marrocos, segundo obstáculo do Brasil, dia 16 de junho: ‘Fizemos amistosos com a escola britânica e nada do que eles sabem fazer é desconhecido para nós. Contra a Escócia é o tipo de jogo para o qual estamos preparados.’’
Para enfrentar Marrocos, uma das equipes africanas com maior número de jogadores atuando pela Europa e um treinador, o francês Henri Michel, com vasta experiência em Copas, Zagalo tampouco vê motivo para cuidados especiais: ‘‘Enfrentamos os marroquinos em um amistoso, apesar de eles não estarem naquela ocasião com todos os seus titulares. É uma que está evoluindo e possui jogadores em muitos times grandes da Espanha. Temos condições de estudar melhor suas características.’’

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