Agência Estado
De São Paulo
No ataque, o milionário time do Palmeiras está repleto de estrelas. São seis jogadores - Paulo Nunes, Oséas, Asprilla, Evair, Euller e Edmílson -, com diferentes características, possibilitando ao técnico Luiz Felipe Scolari testar inovações táticas. A defesa, por outro lado, sem muitas opções, preocupa o treinador e dirigentes do clube principalmente quando o assunto é a decisão do Mundial Interclubes, em novembro, diante do Manchester, em Tóquio.
As fragilidades do setor foram evidenciadas na estréia da equipe na Copa Mercosul, terça, contra o River Plate, em Buenos Aires. Tudo por causa da bisonha atuação do zagueiro Rivarola, que entrou em campo aos 33 minutos do segundo tempo, fez, de cabeça, um gol contra e permitiu aos argentinos o empate por 3 a 3. A sua presença no elenco, contudo, é imprescindível, principalmente após o desligamento do zagueiro Agnaldo, dispensado por Scolari. Júnior Baiano também está fora, contundido. A previsão de retorno ainda é indefinida, segundo os médicos do clube. Desta forma, o paraguaio Rivarola, amigo de Scolari, passa a ser o reserva direto para a zaga, formada atualmente por Roque Júnior e Cléber.
‘‘Não adianta eu ficar reclamando’’, destacou Scolari. ‘‘Tenho de trabalhar com os jogadores à disposição.’’ A situação, no entanto, pode fazer com que dirigentes do clube e da Parmalat contratem um reforço para a posição.

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