São Paulo - Para o ex-tenista Mats Wilander, capitão da equipe sueca na Copa Davis, seu time é melhor do que o do Brasil. Os dois países duelam por uma vaga na elite da competição, de 22 a 24 de setembro, no Brasil, sem sede definida. ''Meus jogadores são melhores (que os brasileiros). O importante é eles estarem bem de saúde'', disse Wilander.
O principal tenista da Suécia, Thomas Johansson, 31, número 20 do mundo, descolou a retina em fevereiro e não jogou mais desde então. ''Vou precisar do sacrifício dos meus atletas para jogar no saibro novamente'', seguiu Wilander. Foi sobre esse piso que deve ser o escolhido pelo Brasil que a Suécia perdeu para a Argentina por 5 a 0 em fevereiro, em Buenos Aires, saindo do Grupo Mundial.
Fernando Meligeni, capitão brasileiro, recebeu o discurso otimista de Wilander com naturalidade. ''Tênis não são números. Não é só chegar e dizer: ''Tenho um ex-número 1 do mundo'. Você tem superfície, clima... O jogo é 50% de chances para cada um.'' ''Eu respeito o time deles, mas não temo'', finalizou Meligeni.

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