Sem dúvida, o futebol é disparado o esporte número 1 no coração dos brasileiros. É a modalidade que tem mais espaço na imprensa nacional – tevê, rádio, jornal e revista. A briga para ser a ‘‘segunda paixão’’ dos brasileiros é boa, entre o vôlei e o basquete. Mas desde o início da década de 90, quando a seleção brasileira masculina de vôlei conquistou o ouro olímpico em Barcelona (1992), a modalidade deu um salto e se consolidou como a mais organizada dentro do País. Hoje, a Confederação Brasileira da Vôlei (CBV) arrecada três vezes mais do que a Confederação Brasileira de Basquete (CBB). Como é um esporte vencedor e repleto de títulos, o vôlei caiu no gosto popular. Enquanto as equipes de Bernardinho (seleção masculina) e José Roberto Guimarães (seleção feminina), o basquete brasileiro agoniza. O vôlei tem presença quase sempre constante nos pódios olímpicos. Já o basquete participou pela última vez de uma Olimpíada em 1996 – com um sexto lugar em Atlanta.

Definitivamente a grande paixão nacional é o futebol e é alta a expectativa para o dia 13 de junho, quando o Brasil estréia na Copa do Mundo, jogando contra a Croácia, em Berlim (Alemanha), às 16 horas. O Brasil é o único país que participou de todas as Copas do Mundo e tenta a conquista do título de hexacampeão. A Copa do Mundo é o segundo maior evento esportivo do planeta; ficando atrás apenas das Olimpíadas.

O vôlei foi criado em 1895, pelo americano William G. Morgan, então diretor de educação física da Associação Cristã de Moços (ACM) na cidade de Holyoke, em Massachusetts, nos Estados Unidos. O primeiro nome deste esporte, que viria se tornar um dos mais populares do mundo, foi ‘mintonette’. Na América do Sul, o primeiro país a conhecer o vôlei foi o Peru, em 1910, através de uma missão governamental que tinha a finalidade de organizar a educação primária do país.

O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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