Vôlei masculino quer embalar com sequência caseira
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terça-feira, 07 de dezembro de 2010
Thiago Mossini<BR> Reportagem Local 
Quatro derrotas seguidas Não importa se o time está em formação, se os rivais têm elencos fortes, mais entrosamento, mais nome Sair de quadra por quatro jogos seguidos como derrotado incomoda e muito O peso saiu das costas dos jogadores do Londrina/Sercomtel e do técnico Chiquita com o triunfo fora de casa sobre o Soya/Blumenau/Martiplus, no sábado passado Agora, feliz com o reencontro com a vitória, o time busca o tão esperado embalo e não há melhor hora para isso
A equipe londrinense tem três jogos seguidos no Moringão pela frente antes da parada para as festas de fim de ano Todos contra adversários diretos pela oitava vaga aos playoffs, objetivo principal na temporada Por enquanto, o Londrina/Sercomtel ocupa justamente o oitavo posto, com 9 pontos - duas vitórias e cinco derrotas Hora de fazer o dever de casa, abrir vantagem sobre os rivais e ganhar moral para o restante do turno
''São jogos complicados, mas temos a obrigação de vencer Não podemos pensar em outra coisa'', afirmou o técnico Chiquita, que ontem era só alegria ''A vitória deu uma aliviada e ajuda a motivar para esses jogos em casa Aqui, temos que vencer'', afirmou o ponteiro Gaúcho, destaque do time na vitória sobre os catarinenses
O primeiro desafio dos três será na quinta-feira, diante dos gaúchos do Sogipa O oponente já deu mostras de que pode surpreender, pois conseguiu vencer o poderoso Vôlei Futuro, do levantador Ricardinho, do ponta Leandro Vissoto e do líbero Mário Júnior, os dois últimos tricampeões mundiais com a seleção brasileira No sábado, o adversário é o Volta Redonda A série em casa acaba no dia 18, contra o Santo André/Spred Na volta do campeonato, em 2011, o Londrina/Sercomtel joga em casa novamente O adversário é o Vôlei Futuro
Para Chiquita, a equipe mostrou evolução na partida do último sábado, mas continua oscilando bastante ainda durante os jogos ''O ataque evoluiu bem Já o saque, em alguns momentos foram bons, em outros horrorosos'', avaliou
Para o treinador, esses altos e baixos do time são reflexos da falta de uma pré-temporada e do entrosamento ''O saque é o mais difícil de acertar No treino, o jogador erra e vai tentar mais 20 vezes No jogo não tem isso Errou é ponto e gira, vai sacar de novo bem depois'', comparou o treinador


