O ti­me de Lon­dri­na se des­pe­diu na úl­ti­ma se­ma­na da Su­per­li­ga Mas­cu­li­na de Vô­lei. Com 41 pon­tos con­quis­ta­dos em 28 jo­gos dis­pu­ta­dos, o ti­me pé-ver­me­lho ter­mi­nou em no­no lu­gar na fa­se de clas­si­fi­ca­ção e não con­se­guiu avan­çar aos pla­yoffs da prin­ci­pal com­pe­ti­ção de clu­bes do vô­lei bra­si­lei­ro. So­men­te os oi­to me­lho­res co­lo­ca­dos na fa­se ini­cial per­ma­ne­cem na bri­ga pe­lo tí­tu­lo.
  Ape­sar de não ter ob­ti­do a clas­si­fi­ca­ção, o ti­me lon­dri­nen­se foi con­si­de­ra­do a gran­de sur­pre­sa da Su­per­li­ga. A equi­pe foi mon­ta­da pou­co tem­po an­tes do iní­cio da com­pe­ti­ção, não fez ne­nhum amis­to­so an­tes da es­treia e mes­mo as­sim sur­preen­deu às prin­ci­pais for­ças da mo­da­li­da­de no ­país.
  Mes­mo com um or­ça­men­to mui­to me­nor que as gran­des equi­pes, o Lon­dri­na con­se­guiu ven­cer, por exem­plo, o Se­si (SP), ti­me de me­lhor cam­pa­nha na pri­mei­ra fa­se e que con­ta com o me­lhor jo­ga­dor do mun­do – o pon­ta Mu­ri­lo –, o Flo­ria­nó­po­lis (SC), ­atual tri­cam­peão da com­pe­ti­ção, e o Vô­lei Fu­tu­ro (SP), que con­ta com gran­des es­tre­las do vô­lei na­cio­nal em seu elen­co, co­mo o le­van­ta­dor Ri­car­di­nho e o opos­to Lean­dro Vis­so­to, ti­tu­lar da Se­le­ção Bra­si­lei­ra.
  En­cer­ra­da a par­ti­ci­pa­ção na Su­per­li­ga, a di­re­to­ria e o téc­ni­co Chi­qui­ta co­me­çam a pla­ne­jar o fu­tu­ro da equi­pe, que no se­gun­do se­mes­tre dis­pu­ta o Cam­peo­na­to Pa­ra­naen­se. A maio­ria dos jo­ga­do­res de­ve per­ma­ne­cer e al­gu­mas con­tra­ta­ções se­rão rea­li­za­das pa­ra for­ta­le­cer a equi­pe.


● Criado em 1895, nos Estados Unidos, é um desporto olímpico desde 1964



● Confrontos eliminatórios; um playoff é também chamado de ‘‘mata-mata’’

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