Vôlei feminino vive fase de indefinição
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quinta-feira, 13 de dezembro de 2001
Guilherme Gouveia<Br>De Londrina 
Ainda não será no próximo ano que Londrina voltará a disputar a Superliga Nacional de Vôlei Feminino. A Fundação de Esportes tem como prioridade no momento investir na manutenção do Londrina Basquete Clube e na formação do Londrina/DalPonte, equipe que passa a disputar a partir de março de 2002 a Liga Nacional de Futsal.
Segundo o presidente da autarquia, Marcelo Paulino, o vôlei feminino da cidade vive uma fase de transição, sofrendo ainda com a falta de estrutura herdada das últimas participações na liga. ''Em 2000 pegamos o vôlei sem estrutura, desarticulado, com atletas abandonando a equipe. Nosso projeto a médio prazo é montar uma equipe com jogadoras vindas das categorias de base''.
O dirigente espera contar com o apoio da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), que deve organizar competições intermediárias, que dariam acesso à Superliga Nacional. Abrindo essa possibilidade, a cidade poderia participar da competição sem investir em jogadoras com altos salários.
Mesmo passando por essa fase de indefinição, Paulino informou que os recursos destinados ao vôlei feminino serão mantidos. A verba repassada, através da Lei de Incentivo ao esporte Amador, deverá ser a mesma deste ano, cerca de R$ 120 mil anuais. ''O vôlei está numa fase em que ou vai para frente o volta para trás''.
Para conseguir montar um elenco mais competitivo, a Fundação de Esportes deve procurar patrocinadores para a equipe de vôlei. Ele não descartou ainda a volta de Percy Oncken, técnico da seleção brasileira masculina infanto juvenil.


