Vitória sobre Vasco dá novo ânimo ao time do Rexona
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quarta-feira, 28 de março de 2001
Da Redação 
A vitória por 3 a 1 (parciais de 25/23, 25/20, 11/25 e 25/17) sobre o Vasco, no Rio de Janeiro, não serviu apenas para manter vivo o sonho do Rexona chegar pelo quarto ano seguido às finais da Superliga Feminina de Vôlei e seguir brigando pelo tricampeonato brasileiro. A boa atuação, e a garra mostrada na terceira partida da melhor de cinco jogos contra o Vasco, renovou o ânimo de todo o time, que volta a treinar em Curitiba na manhã de hoje e agora precisa vencer as cariocas em casa no sábado, para levar a definição de um dos finalistas para a quinta partida, no Rio. Apesar de satisfeito com a reação da equipe, o técnico Bernardinho já começou a conversar com as jogadoras para evitar uma acomodação ou uma euforia exagerada.
É lógico que estamos em uma posição melhor do que antes, mas não podemos cair na armadilha de pensar que essa vitória significa muita coisa. Aprendemos uma lição e não podemos nos saciar com um bom resultado que não garante nada, alerta Bernardinho, que espera que o time mantenha o mesmo espírito de luta. Precisamos encarar a próxima partida como outro teste de sobrevivência. Se vencermos de novo, aí sim vai ficar elas por elas e numa eventual quinta partida as responsabilidades ficam divididas e a pressão do Vasco ter que vencer pode ser favorável para a gente, explicou o treinador. Bernardinho mantém os pés no chão e ainda considera o Vasco favorito para chegar à decisão contra Flamengo ou MRV/Minas. O Vasco é favorito até em Curitiba porque tem uma equipe melhor, mais experiente, com várias jogadoras que já disputaram pelo menos uma Olimpíada. Se dermos chance, a Fernanda nos coloca no bolso. Se não jogarmos bem, colocando pressão, o que espero que se repita no quarto jogo, somos atropelados. Se jogarmos 100% e elas também, a tendência é o Vasco levar vantagem. Mas se jogarmos 100% e elas estiverem um pouco abaixo, podemos beliscar outra vitória, analisa o técnico.


