Uma nova oportunidade, com um novo técnico e novos jogadores. Porém, a história teve o mesmo fim. Sim, o México quase conseguiu um feito histórico diante da Holanda. Mas em três minutos tudo se esfumaçou, e a Laranja Mecânica voltou a triturar o sonho de todo um país, que pela sexta vez consecutiva caiu nas oitavas de uma Copa.
A seleção se despediu do Brasil sabendo que esteve mais perto do que nunca do quinto jogo. Mas aí veio uma falha no minuto 87 e um pênalti duvidoso para definir a virada de uma Holanda que se encontrou com um milagre para alcançar as quartas.
O México fez por merecer. A Laranja jogou com meia potência para dosar o ritmo e aguentar o sol. Já o México saiu com a faca entre os dentes. Mas não soube segurar a vantagem construída naquela joia que saiu da perna esquerda de Gio e que ficou tatuada na mente de todo um país. Um foguete que explodiu na rede e tomou de estalo os 20 mil mexicanos presentes no Castelão.
Os minutos finais, cheios de sofrimento, terminaram em terror. Aquele pênalti em Robben, que exagerou na queda, deu a vitória da seleção das tulipas e encerrou a nossa ilusão de chegar ao famoso, e tão difícil, quinto jogo em Copa.

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