VISÃO DE JOGO - PAPAI TO AQUI
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segunda-feira, 12 de agosto de 2013
MAURO BETING <br>[email protected] 

Tite apostou em um time mais veloz e técnico sem Guerrero. Pato foi o centroavante, Romarinho e Emerson as opções de velocidade pelos cantos, e Danilo a referência para cadenciar o jogo. O que não foi tão necessário pela falta de contundência e de futebol do organizado time do Vitória. Errando passes e isolando Rômulo no ataque que não teve a velocidade e os gols de Maxi pela direita, e mal teve Vander aberto pela esquerda.
O que houve foi um buraco no meio de campo rubro-negro pouco aproveitando pelo Corinthians no primeiro tempo que foi paulista. Embora chances tenham sido poucas: o gol de Ralf, aos seis minutos, em bom lance de Romarinho para cima de Tarracha, com a colaboração do mal domínio de Cáceres, e da falha de Wilson no chute forte de Ralf.
Teve um pênalti que poderia ter sido marcado em Emerson, aos 43, depois de uma largada de Wilson. Talvez o goleiro não tivesse força para derrubar o corintiano. Mas como Sheik é um jogador marcado pela arbitragem (não sem razão), o árbitro deixou o jogo seguir após marcar algo que nem ele soube explicar.
O Vitória voltou para a segunda etapa mais vivo. Cáceres e Camacho pouco marcaram na primeira etapa e armaram um pouco mais depois do intervalo. O Corinthians foi fazendo seu jogo com menos dificuldade que o esperado. Em um contragolpe, muito mais duas mãos na bola de Mansur que mão na bola do lateral dentro da área em lance de Pato. O artilheiro bateu com categoria. O Vitória se abriu. Mas o Corinthians seguiu mais firme e poderia ter ampliado o placar em um jogo em que não precisou jogar o que sabe . mais uma vez . para vencer um rival que cai de produção e pela tabela.
Diferentemente do Timão que pode voltar a ser o que se esperava: candidato ao título, agora no G4.




