A violência dentro e fora de campo é uma das principais preocupações do Fluminense para o decisivo confronto contra o Atlético hoje, em Curitiba. Para chegar à final da competição e, na prática, assegurar uma vaga na Taça Libertadores da América em 2002, os jogadores do Tricolor garantiram não se intimidar com ameaças e frisaram estar ciente das dificuldades que vão encontrar.
O técnico do Fluminense, Oswaldo de Oliveira, alertou os jogadores quanto a necessidade de terem atenção redobrada ao adversário, além de não perderem a calma durante a partida. O treinador disse estar feliz por disputar sua quarta semifinal consecutiva do Brasileiro (em 1998 como auxiliar-técnico de Vanderlei Luxemburgo; no ano seguinte como técnico, ambos pelo Corinthians e, em 2000, estava no Vasco).
Apesar de não acreditar que o Atlético vá recorrer a jogadas violentas, como as que foram responsáveis pelas contusões do atacante Kaká e do meia Adriano, do São Paulo, durante a disputa das quartas-de-final, o zagueiro Régis mandou um recado para os adversários: ''Estamos prontos para tudo''. Por ser gaúcho, o jogador disse estar acostumado com a marcação forte das equipe do Sul.

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