O treinador Gabriel Faedrich chegou ao comando da turma de futebol americano do Kaico ''por acaso''. Influenciado por um amigo que morou nos Estados Unidos, ele começou a praticar o esporte com outros amigos no Zerão e acabou chamando a atenção do fundador do centro de artes marciais, Cassiano Joaquim Gomes, que procurava uma modalidade diferente para integrar a grade de aulas. Desde então, tem comandado os alunos e batalha para a formação da União Londrinense de Futebol Americano junto com Gomes.
Entre os atletas, a maioria conhecia o esporte por causa dos filmes. ''Via na televisão, mas não entendia as regras. É bem diferente do que eu pensava'', conta Janaína Fernanda Silva, 21 anos, que participa dos treinos para complementar o treinamento de sumô.
Também praticante de sumô, Marcos Vinícius Marques Lopes, 14, se surpreendeu com as regras do futebol americano. ''Pelo que via nos filmes, achava que era mais violento. A habilidade e as estratégias são mais importantes'', afirmou.
O pastor Ricardo Pereira, 39 anos, sempre teve curiosidade sobre o esporte e resolveu procurar o Kaiko quando soube que havia um grupo treinando no Zerão. ''É um esporte muito emocionante, não basta ficar correndo atrás da bola. Quando usamos a cabeça, fica bem interessante'', avaliou.
O designer gráfico Evandro Pereira Andrade, 31, é aficcionado por futebol americano mas, antes de integrar a equipe, limitava-se a acompanhar o esporte através de jogos pela televisão. ''Conhecia as regras e comecei a jogar para ajudar'', explicou ele, que se surpreendeu com a rapidez dos companheiros na assimilação do esporte. ''As regras foram aprendidas rapidamente.'' (C.A.)

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