VGD tem liberação adiada para hoje
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Thiago Mossini<BR> Equipe da Folha 
Londrina - Ficou para hoje, no fim da tarde, a decisão da Comissão de Vistorias da Federação Paranaense de Futebol (FPF) sobre a liberação do Estádio VGD para o jogo de domingo, contra o Nacional, e para o restante do Estadual. A direção do Londrina tem até às 18 horas, quando será homologada a rodada de domingo, para enviar os laudos liberatórios do setores responsáveis por garantir a segurança da praça esportiva.
Há mais de um ano fechado para jogos, o VGD recebeu obras emergenciais nos últimos dias para atender às exigências da comissão. As obras foram feitas em parceria com empresários da cidade e a torcida organizada Falange Azul. A área com mais risco foi liberada. A marquise que cobre as cabines de imprensa, cadeiras cativas e parte da arquibancada, recebeu impermeabilização nas fissuras provocadas por infiltrações. O vestiário que apresentava problemas estruturais também passou no teste.
"Ficamos satisfeitos, pois vimos que foram feitas muitas melhorias. Houve um grande avanço, mas preciso aguardar até amanhã (hoje) o envio dos laudos para liberar", afirmou o engenheiro Reginaldo Cordeiro, que preside a Comissão de Vistorias. "Não queremos que aconteçam problemas como os ocorridos naquela igreja em São Paulo (Renascer) e na Fonte Nova, em Salvador", continuou, referindo-se às tragédias causadas por problemas estruturais.
O laudo do responsável técnico já está nas mãos do dirigente da FPF. O engenheiro Paulo Sérgio Victor assina o laudo certificando a segurança estrutural do VGD, que poderá receber no máximo 7,5 mil torcedores em cada partida por questões de segurança.
Ainda faltam laudos da Vigilância Sanitária, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, que fez novas exigências. O presidente Peter Silva prometeu providenciar a solução das exigências emercenciais ainda hoje e assinar um termo de ajustamento comprometendo-se a realizar as obras estipuladas dentro do prazo que for acertado. "Hoje, nas condições em que está não dá dá para liberar", afirmou o tenente Clodomir Marafigo.


