Venturini quer levar filha
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sexta-feira, 21 de novembro de 2003
Agência Estado 
Mais do que o cansaço de jogar 11 partidas em 14 dias, a maior dificuldade enfrentada por Fernanda Venturini com a seleção brasileira feminina de vôlei que voltou do Japão com o segundo lugar na Copa do Mundo foi ficar longe da filha, Júlia, que em dezembro completará dois anos. Se tudo correr como planeja, a levantadora do Finasa/Osasco (ex-BCN/Osasco) deve ir aos Jogos Olímpicos, em Atenas, na Grécia, acompanhada do marido, o técnico da seleção masculina, Bernardo Rezende, e a filha.
''Eu já estava preparada para ficar longe da Júlia todo esse tempo, mas ela acabou ficando doente durante a competição. O final do certame é que foi mais complicado, eu estava cansada, com saudades de casa, da Júlia. O que mais me ajudou foi o grupo, que era muito tranquilo e me fez despistar a saudade'', conta a levantadora de 33 anos.


