Ventos fracos prejudicam as disputas da vela
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terça-feira, 24 de julho de 2007
Agência Estado 
Rio - O vento que destrói instalações, como as do softbol, tem feito falta às competições de vela dos Jogos Pan-Americanos do Rio. Ontem, por exemplo, os atletas esperaram por duas horas e meia para iniciarem as disputas na Baía de Guanabara. Antes disso, duas regatas foram canceladas pela ausência de vento no domingo e das três previstas para segunda somente duas aconteceram.
Ontem, somente a Hobie Cat 16 e a Prancha à Vela para homens e mulheres conseguiram realizar as duas regatas programadas. As demais classes disputaram apenas uma e, na tentativa de amenizar o problema, o início das provas de hoje foi antecipado em uma hora - começará ao meio-dia.
Tripulante do J-24, Maurício Santa Cruz disse que a ausência de vento na Baía de Guanabara era prevista. Destacou que o mês de julho no Rio é época de calmaria. Na regata de ontem, a equipe brasileira voltou a vencer - além disso, o tripulante João Carlos Jordão melhorou da hérnia de disco, mas, mesmo assim, competiu com o colar cervical. A vitória na regata levou o barco brasileiro para a vice-liderança.
Para Robert Scheidt, terceiro lugar na regata disputada ontem e também terceiro na classificação geral da classe Laser, o tempo de espera pelo vento não chega a ser um incômodo. Enquanto aguardava a largada, ele ficou conversando em uma roda de brasileiros com Bernardo Low-Beer, da Sunfish, e Adriana Kostiw, da Laser Radial.
Mesmo com o vento fraco, Ricardo Winick, o Bimba, comemorou a realização das duas regatas em sua categoria. Até porque, o terceiro lugar na primeira e a vitória na segunda lhe valeram a vice-liderança na Prancha à Vela.
Após o segundo dia de regatas, o Brasil lidera somente com a dupla do Hobie Cat 16, Bernardo Arndt e Bruno Oliveira.


