Venezuela deve mudar o time
Da Redação
O treinador da seleção da Venezuela, Alonso Lino, define hoje à tarde, durante coletivo no campo do Iapar, a equipe que enfrentará o Brasil amanhã à noite, no Estádio do Café. Insatisfeito com a derrota para o Chile por 3 a 0, anteontem, é provável que ele promova algumas alterações no time. No todo, o time até que jogou bem. Mas perdemos porque tomamos gols que nasceram de falhas individuais, avaliou Lino, sem revelar quais jogadores teriam falhado.
Ontem, todos os jogadores inclusive os que não jogaram domingo tiveram um dia de folga. Alguns foram à piscina do Hotel Crillon, onde a seleção está concentrada, mas a maioria aproveitou para passear pelo centro e shoppings da cidade. Os atletas também comemoraram o 22º aniversário do atacante Giraldo.
Depois de folgar na rodada de domingo, a equipe da Colômbia está confiante num bom resultado no jogo de amanhã, contra o Chile, líder do Grupo A com sete pontos. Ontem, os jogadores acordaram depois do meio-dia, descansaram à tarde e só foram treinar no campo do Nichika (zona sul de Londrina) às 18 horas.
Até agora, a Colômbia ganhou uma partida (contra o Equador) e empatou outra (com a Venezuela) e divide com o Brasil a segunda colocação no Grupo A, com quatro pontos ganhos. Para continuar com chances de classificação, tem uma tarefa difícil: precisa passar pelo líder do grupo, o Chile, e torcer por um tropeço do Brasil frente a equipe da Venezuela. Na última rodada da fase de classificação, no próximo domingo, a Colômbia enfrenta a equipe brasileira.
Já a seleção do Equador é a primeira do Grupo A a deixar o Pré-Olímpico. Com três derrotas, contra a Colômbia, Chile e Brasil, a seleção continua na cidade apenas para cumprir tabela, domingo, diante da Venezuela.
O técnico equatoriano Nelson Encalada reconhece que sua equipe não é das melhores, mas afirma que seus jogadores poderão evoluir muito. O importante é estarmos aqui, atuando com seleções que nunca tínhamos jogado. Esta experiência é muito válida, explica.
O volante Candelário, 21 anos, que deixou seu gol marcado na história do Pré, diz que volta pra casa triste, mas sabendo que a vitória dos adversários foi injusta. Assim como o técnico, ele reclamou muito da atuação da arbitragem. O gosto da vitória a gente só sente se ganha por méritos próprios. Prefiro sair sem ganhar, do que vencer um jogo roubado, diz.





