Helinho, Gil e Cristiano:sucesso nos Estados Unidos

Se na Fórmula 1 a situação não é boa para os brasileiros, nos Estados Unidos eles estão por cima. Na Indy/Cart Cristiano da Matta tem tudo para conquistar o título de 2002. O piloto mineiro mostrou grande superioridade na temporada, em que pese a categoria ter perdido algumas das principais equipes. Na rival Indy Racing League (IRL), Hélio Castroneves e Gil de Ferran, da Penske, são os maiores favoritos ao título, mas têm no atual campeão, o norte-americano Sam Hornisch Jr., um adversário a vencer.
Helinho vai testar o carro da Toyota de F-1 e ainda sonha em competir na categoria, mas em uma equipe que lhe dê condições de mostrar serviço. Cristiano teve esta oportunidade, mas seu patrão na Newman-Haas, Carl Haas, pediu muito dinheiro para liberá-lo. Uma pena, pois tanto Helinho como Cristiano são pilotos a serem observados com um carro de F-1. Melhor do que alguns que correm por lá eles são.
- O GP da Bélgica de F-1 de domingo passado chegou a dar sono. E o passeio da Ferrari, principalmente de Michael Schumacher, chegou a ser motivo de piada do tablóide alemão 'Bild', que deu dicas de como a categoria poderia ficar menos entediante. Segundo o jornal, Schumacher toda vez que for para o pit-stop, teria que ser obrigado a descer do carro e tomar um cafezinho. Ou, senão, largar dos boxes em todas as corridas. É duro aguentar....
- Há um bom tempo o automobilismo brasileiro e mundial não revela nenhum fenômeno, assim como no motociclismo, onde o italiano Valentino Rossi é uma excessão. Alguém poderia dizer um piloto que tem tudo para ser o novo destaque das pistas?
- O Autódromo Internacional de Londrina terá dois grandes eventos nacionais ainda neste segundo semestre. No próximo final de semana (14 e 15) a Fórmula Renault e a Copa Clio voltam com tudo. E no dia 3 de novembro é a vez da Stock Car. Certeza de casa cheia.
- Nelsinho Piquet vem nadando de braçada na F-3 sul-americana. Tendo o pai como 'guia' e uma equipe de fazer inveja a muitas outras, o piloto tem ganho tudo dentro das pistas. Seu futuro, ao contrário da maioria dos pilotos que saem para o exterior, não será logo de cara a F-3000 e sim a F-3 inglesa onde, segundo o pai Piquet, é lá que se aprende a lidar comas dificuldades. Logo, logo o nome Piquet vai estar rondando a F-1. É esperar para ver.
- Agora, não adianta ganhar tudo aqui e não se dar bem lá fora. O piloto tem que estar na equipe certa e na hora certa. E isso não sai barato. Basta ver os brasileiros na F-3000 deste ano.

mockup