Para os amantes da velocidade, hoje é um domigão daqueles. De manhã, a corrida mais charmosa e interessante da Fórmula 1, o GP de Mônaco. De tarde, as tradicionais 500 Milhas de Indianápolis, onde o muro é o limite. É adrenalina do começo ao fim.
Nesta corrida em Mônaco, onde largar na frente significa ter meio caminho andado para a vitória, a expectativa, mais uma vez, é da disputa do alemão Michael Schumacher com os pilotos da McLaren Mika Hakkinen e David Coulthard. Por fora surgem Juan Pablo Montoya e Ralf Schumacher.
O maior problema em Mônaco, no entanto, será na largada. Com a chegada da parafernália eletrônica, muitos pilotos e equipes ainda não se entrosaram. Na última prova, na Áustria, vários carros ficaram parados na largada. E o maior drama hoje é que isso venha a se repetir. Por ser uma pista de rua, onde ultrapassar é quase impossível, não dá para medir as consequências.
Quanto a Rubens Barrichello, de contrato renovado por mais um ano, resta torcer para que termine entre os primeiros. Torcer para vencer, aí só se o Schumacher não estiver na jogada.
Se em Mônaco o circuito é travado, em Indianápolis a estória será outra. Com a média chegando a 350 km/h, 33 pilotos lutam por uma vitória que significa quase tudo na carreira. Fama, dinheiro e muita divulgação. Por ser uma corrida longa – mais de três horas –, não existe um favorito. Todos os 33 podem vencer esta prova. Mas arrisco um palpite. O holandês Arie Luyendyk.
- Domingo passado, em Cascavel, dezoito carros participaram do Paranaense. Enquanto isso o Regional de lá tinha 22 carros no grid. Não seria a hora de se fazer vários regionais e acabar de vez com o já falido Paranaense de Velocidade? Afinal, quem está ganhando com isso? O que se ouve são muitas críticas e não é de hoje.
- É muito interessante o automobilismo paranaense. Criticar, por mais que seja relevante, pode parecer algo muito grave. Agora, os elogios, são sempre bem vindos. Críticas? Não! E sempre há uma resposta na ponta da língua. Mas quem está com a razão? Como se isso fosse algum passaporte para a solução. Mas que há um bom tempo as coisas não estão bem, é fato reconhecido. Mas criticar não pode.
- Parece que o esporte não vinga mesmo em Londrina (a excessão da GRD e do basquete). Enquanto cidades de menor porte sediam com sucesso provas de enduro, que chegam a ter mais de 120 pilotos, e motocross, com média de 60 competidores, Londrina fica às moscas. Alguém pode explicar esta falta de motivação, vontade ou seja o raio que o parta?

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