O Au­tó­dro­mo In­ter­na­cio­nal Ayr­ton Sen­na foi pal­co de uma gran­de cor­ri­da de ­Stock Car, no do­min­go. Ca­cá Bue­no ven­ceu pe­la ter­cei­ra vez na tem­po­ra­da, as­su­miu a li­de­ran­ça da Su­per Fi­nal e ago­ra pas­sou à con­di­ção de fa­vo­ri­to ao te­tra­cam­peo­na­to. A du­pla da Eu­ro­far­ma RC, Ri­car­do Mau­rí­cio e Max Wil­son, com­ple­tou o pó­dio da 10ªeta­pa do ano, a se­gun­da da Su­per Fi­nal. Cer­ca de 24 mil pes­soas es­ti­ve­ram no au­tó­dro­mo e vi­ram de per­to uma das pro­vas ­mais ele­tri­zan­tes do ano.
  Pa­ra ven­cer em Lon­dri­na, o pi­lo­to da Red ­Bull Ra­cing te­ve de su­pe­rar um im­pre­vis­to na pa­ra­da de box e as in­ves­ti­das de Ri­car­do Mau­rí­cio, que não de­sis­tiu de ga­nhar a cor­ri­da até a li­nha de che­ga­da. ‘‘Pa­ra mim, foi uma ba­ta­lha das ­mais emo­cio­nan­tes dos úl­ti­mos ­anos. Foi mui­to di­ver­ti­da, a gen­te tro­cou po­si­ções inú­me­ras ve­zes, sem­pre lim­po. Sem­pre jo­gan­do du­ro, mas lim­po.’’
  Ape­sar da apa­ren­te tran­qui­li­da­de, já que nas úl­ti­mas vol­tas ­abriu qua­se um se­gun­do pa­ra Ri­car­do Mau­rí­cio, um pro­ble­ma de mo­tor dei­xou o fi­nal da pro­va ain­da ­mais emo­cio­nan­te. ‘‘Fi­quei mui­to len­to na re­ta, e na úl­ti­ma vol­ta eu era qua­se 10 qui­lô­me­tros por ho­ra ­mais len­to que o ­Ricardinho’’, ex­pli­cou Ca­cá Bue­no.
  Ca­cá Bue­no acu­mu­lou 255 pon­tos na li­de­ran­ça do cam­peo­na­to e in­di­cou Max Wil­son e Ri­car­do Mau­rí­cio co­mo os ­dois ri­vais di­re­tos na dis­pu­ta do tí­tu­lo, com 248 e 246 pon­tos, res­pec­ti­va­men­te.

● Competição foi criada há 32 anos; hoje é considerada a maior categoria de automobilismo nacional


● Filho do locutor e apresentador Galvão Bueno, começou a carreira automobilística no kart aos 12 anos, em 1988, quando disputou o Campeonato Carioca de Kart

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