Velhos rivais decidem Superliga Feminina
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sábado, 06 de abril de 2013
Das Agências 
São Paulo Um dos grandes clássicos da história do voleibol brasileiro terá mais um capítulo decisivo na manhã deste domingo. Unilever (RJ) e Sollys/Nestlé (SP) estarão frente a frente pela 69ª vez na história da Superliga feminina, desta vez na final da edição 12/13. O ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, será o palco da da partida que acontecerá às 10 horas e terá transmissão ao vivo da TV Globo e do SporTV.
O confronto promete equilíbrio, disputa e alto nível técnico. Afinal, em quadra estarão algumas das estrelas que brilharam com a seleção brasileira na conquista de medalhas de ouro em Jogos Olímpicos como Sheilla, Thaisa, Jaqueline, Adenízia e Fernanda Garay, do time paulista, e Fabi, Fofão, Valeskinha e Natália, da equipe carioca.
O retrospecto da atual temporada demonstra o equilíbrio. Nos dois jogos realizados da Superliga 12/13, uma vitória para cada lado. Nas últimas nove finais, a Unilever conta com uma pequena vantagem, já que tem cinco títulos e o Sollys/Nestlé, três. O grande conhecimento mútuo após tantas finais não é considerado benefício por nenhum dos dois times.
O técnico Bernardinho afirma que, mesmo com a repetição do confronto, cada final é diferente e destaca o adversário como favorito ao título.
"As equipes mudam, as jogadoras trocam de times e isso faz com que tenhamos grupos diferentes. A emoção e o significado da decisão da final são sempre diferentes da anterior. Já tivemos mais paridade de condições em outras finais. Agora, a equipe delas é a principal do Brasil e talvez do mundo. Nessa decisão, vamos trabalhar para fazer um bom jogo e, quem sabe, conseguir um resultado surpresa", disse Bernardinho.
Pelo Sollys/Nestlé, o técnico Luizomar de Moura destaca que não há favoritismo, mesmo quando se trata de uma equipe com cinco campeãs olímpicas. "Todos batalharam muito para estar aqui e tem um ditado que diz que o jogo é jogado. Agora, nesse momento, há uma guerra psicológica de qual time é melhor, qual é o favorito e tudo isso só vai acabar quando o árbitro apitar o início do jogo. Muito se fala que o nosso time tem a base da seleção brasileira e a valorização que é dada a nossa equipe me deixa feliz", disse o treinador do time de Osasco.


