Rio - A direção do Vasco definitivamente é uma das mais insatisfeitas com a arbitragem no Campeonato Brasileiro. Depois de levantar dúvidas sobre um possível favorecimento aos catarinenses, o time carioca voltou a atacar nesta quinta-feira e ironizou a atuação de do auxiliar Márcio Eustáquio Gomes na vitória do Figueirense sobre a Ponte Preta na última quarta, por 1 a 0, em Campinas.
Na partida em questão, o árbitro alagoano Francisco Carlos do Nascimento anotou pênalti claramente inexistente a favor do Figueirense, que definiu o resultado do jogo. No lance em questão, a bola tocou na cabeça do zagueiro Ferron, em frente ao auxiliar Márcio Eustáquio, mas ainda assim o juiz apontou a marca da cal.
Um dos auxiliares, Márcio Eustáquio, é o mesmo do polêmico empate do Vasco por 1 a 1 diante da Chapecoense, no estádio do Maracanã, no Rio. Na ocasião, o time carioca reclamou bastante de um pênalti marcado para o adversário e outro não marcado em seu favor. O presidente do clube, Eurico Miranda, chegou a levantar um possível favorecimento às equipes de Santa Catarina, uma vez que o presidente da Federação Catarinense de Futebol, Delfim Peixoto, é também vice da CBF.
"O auxiliar Márcio Eustáquio Gomes assinalou penalidade máxima a favor do Figueirense quando a bola claramente bateu na cabeça do jogador da Ponte Preta. Esse bandeirinha foi o mesmo que não viu um pênalti claro a favor do Vasco contra a Chapecoense no Maracanã no fim da partida. Ele viu o que não existiu a favor de um time catarinense e não marcou um claro contra uma equipe do mesmo estado. Que coincidência!", ironizou o Vasco.
Para piorar, o erro do trio de arbitragem na derrota da Ponte Preta para o Figueirense ainda atrapalhou o Vasco na tabela de classificação. Assim como os cariocas, os catarinenses brigam para fugir do rebaixamento e foram a 39 pontos, na 15ª colocação.

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